Cabo Verde figura na primeira posição de uma lista de 10 países africanos que se destacam como “livres” no mapa mundial da Freedom House, que mede graus de liberdades públicas e direitos políticos, apurou a PANA terça-feira, na cidade da Praia.

O arquipélago apresenta um índice alto de 90, semelhante ao de França, numa escala de 0 a 100, seguido das ilhas Maurícias (89), do Gana (83), Benim (82), de São Tomé e Príncipe (81), do Senegal, da África do Sul e da Tunísia (78), da Namíbia (77) e do Botswana (72).·
Esta lista de 10 países africanos que se destacam como “livres” representa 18 porcento do total da população do continente e apenas 12 porcento da população ao sul de Sara.·
Em seguida, estão os países “parcialmente livres”, sendo 41 porcento ao sul do Sara e 49 porcento da população africana.·
Nesta lista figuram países como Marrocos, Mali, Côte d’Ivoire, Togo, Níger e Nigéria, Quénia, Zâmbia, Tanzânia, Moçambique, Malawi, Zimbabwe ou Madagáscar, entre outros.·
O arquipélago apresenta um índice alto de 90, semelhante ao de França, numa escala de 0 a 100, seguido das ilhas Maurícias (89), do Gana (83), Benim (82), de São Tomé e Príncipe (81), do Senegal, da África do Sul e da Tunísia (78), da Namíbia (77) e do Botswana (72).·
Esta lista de 10 países africanos que se destacam como “livres” representa 18 porcento do total da população do continente e apenas 12 porcento da população ao sul de Sara.Em seguida, estão os países “parcialmente livres”, sendo 41 porcento ao sul do Sara e 49 porcento da população africana.

Nesta lista figuram países como Marrocos, Mali, Côte d’Ivoire, Togo, Níger e Nigéria, Quénia, Zâmbia, Tanzânia, Moçambique, Malawi, Zimbabwe ou Madagáscar, entre outros.

O relatório anual da Freedom House, que avalia a condição dos direitos políticos e das liberdades civis em todo o mundo, é composto de classificações numéricas e textos descritivos de apoio para 195 países e 14 territórios.

Publicado desde 1973, o documento permite que a Freedom House acompanhe as tendências globais da liberdade ao longo de mais de 40 anos.

Tornou-se no relatório mais lido e citado de seu tipo, usado regularmente por formuladores de políticas, jornalistas, acadêmicos, ativistas e muitos outros.

É considerado como “a primeira e melhor fonte disponível sobre o estado dos direitos políticos e civis em todo o mundo, igualmente útil para estudiosos e profissionais interessados pelo estado da democracia e da liberdade humana”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *