No seu discurso de Ano Novo, o Presidente José Mário Vaz lançou vários apelos. Um deles dirigido ao novo Governo no sentido de tomar medidas para atenuar ou acabar com as dificuldades pelas quais está a passar a população guineense.

O Presidente afirmou que apesar da persistência da crise política, que afirmou ser de responsabilidade da classe política, o governo de Umaro Sissoco Embaló tem que ousar, enfrentar e saber resolver os problemas da população.

Desde logo, quer que 2017 seja consagrado às reformas sobretudo ao nível da administração pública, sem discursar o combate à corrupção; “é um trabalho de todos os cidadãos, em particular das forças de segurança nacional”.

Presidente guineense lançou um aviso, “cuidado que a máquina de combate à corrupção, desta vez, está montada e quem arriscar sofrerá consequências. O nosso país encontra-se num momento de viragem política e económica para acompanhar a competitividade das outras economias, isso exige uma administração pública célere, transparente e eficaz servida por agentes competentes e motivados”.

O líder guineense quer ver o novo Governo a trabalhar para finalmente sejam implementados os grandes planos de desenvolvimento nacional, o Terra Ranka e o Mon na Lama, que consistem no aproveitamento dos recursos endógenos do país para promover o progresso.

Para José Mário Vaz, apesar das dificuldades no campo político, nem tudo correu mal em 2016 destacando, por exemplo, a inédita qualificação da selecção guineense para a Taça de África das Nações em futebol como relata o nosso correspondente em Bissau, Mussá Baldé.

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