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http://rdngbissau.com/lider-do-paigc-apelou-as-centrais-sindicais-suspenderem-as-suas-accoes-reivindicativas-ate-existencia-do-novo-governo/
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O apelo foi feito durante a conferência de imprensa conjunta dos partidos que constituem a maioria parlamentar para a estabilidade governativa.

Segundo Domingos Simões Pereira, as organizações sindicais devem analisar com atenção o quadro político vigente no país.  “Lanço um apelo as organizações sindicais e confederações dos trabalhadores a analisarem com atenção o quadro político vigente evitando de viabilizar involuntariamente aproveitamentos políticos, e na medida do possível suspender as acções reivindicativas até a existência do novo governo que terá todo o interesse e abertura em discutir um quadro de compromisso e de responsabilização social”, apelou.

O sector público guineense está paralisado desde o dia 7 de Maio cumprindo a greve geral de três dias das duas centrais sindicais do país.

Domingos Simões Pereira admite que por mais esforço que o FMI desenvolve no país, será impossível concluir a revisão com vista ao estabelecimento de um programa de referência.

“Está no país uma importante missão do FMI que tem chamado atenção para a situação financeira bastante preocupante assim como a necessidade urgente de medidas de reforma estruturantes, o controlo das despesas e a necessidade de melhoria da coleta fiscal”, disse.

Adiantou que, todavia, por mais esforços que o FMI quer desenvolver, será impossível concluir a revisão com vista ao estabelecimento de um programa referência o que significa a impossibilidade de assistência nomeadamente as promessas recolhidas durante a mesa redonda de Bruxelas.

A missão técnica do Fundo Monetário Internacional FMI está de visita no país desde segunda-feira, tendo já realizado encontros com o primeiro-ministro igualmente ministro da economia e finanças, presidente da República, para avaliações preliminares do primeiro semestre.

NUNO NABIAN DENUNCIA QUE FOI ALVO DE ALICIAMENTO COM POSTO DE PRIMEIRO-MINISTRO

O presidente da Assembleia de Povo Unido-Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), Nuno Gomes Nabian, denunciou esta quarta-feira, 08 de maio de 2019, que foi subordinado com o dinheiro e aliciado com o posto de Primeiro-ministro com o propósito de abandonar o acordo de incidência parlamentar rubricado com os libertadores (PAIGC).

O líder dos apuanos fez esta revelação em Bissau, em conferência de imprensa conjunta promovida pelos partidos que constituem a maioria parlamentar e alerta que jamais admitirá ameaças, de quem quer que venham, “de transformar a Guiné-Bissau numa Faixa de Gaza”.

Na sua declaração, disse igualmente que jamais aceitarão que se crie bloqueio ou concretizar a intenção de repetir eleições legislativas, de acordo com o desejo de algumas formações políticas, mas que o próprio não especificou, deixando um aviso de que Domingos Simões Pereira será, de acordo os estatutos do partido (PAIGC), próximo Primeiro-ministro.

Contudo, promete que não vão governar para vingar nem para abrir caminhos para perseguições políticas, mas a justiça será feita para responsabilizar todas as pessoas que, supostamente, tenham cometido ou estejam envolvidas em atos de corrupção, desvio de fundos públicos e tráfico de drogas.